Se você sentiu que 2024 e 2025 foram anos de “testes” e muita conversa sobre Inteligência Artificial, prepare-se: 2026 é o ano em que a tecnologia assume o crachá.
No Brasil, deixamos de perguntar “o que a IA faz” para decidir “onde ela vai operar sozinha”. Com investimentos previstos de R$ 23 bilhões até 2028 e o amadurecimento das regulamentações, o cenário mudou. Como parceiro estratégico da sua jornada, analisei as tendências que vão separar quem apenas consome tecnologia de quem a utiliza para dominar o mercado.
Aqui estão 4 grandes tendências em dados e IA que vão definir o sucesso da sua operação em 2026:
A grande mudança de 2026 não é um chat mais inteligente, mas a consolidação dos Agentes Autônomos. Enquanto o “Copiloto” sugere o que fazer, o Agente executa.
Na prática: Imagine um sistema que não apenas avisa que o estoque está baixo, mas renegocia prazos com fornecedores e ajusta o preço no e-commerce em tempo real.
O dado de ouro: A integração de agentes em aplicações saltará de 5% para 40% este ano. Se sua empresa ainda depende de intervenção humana para cada microdecisão, você está perdendo velocidade (e margem).
A ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) agora atua como agência reguladora plena. Em 2026, compliance deixou de ser um check-list jurídico para virar confiança de marca.
O Movimento: Com a “LGPD 2.0”, a exigência agora é por governança ativa. Não basta ter os dados; é preciso provar como eles são usados em tempo real.
Diferencial Boutique: Empresas que estruturarem seus dados agora — usando conceitos como Data Mesh (descentralização inteligente) — terão passe livre para inovar sem o medo de sanções.
Os dados são claros: 61% dos compradores B2B preferem jornadas sem interação humana direta. Isso não significa o fim do comercial, mas sua reinvenção.
Decision Intelligence: Em 2026, o CRM não é um repositório de contatos, mas um motor de recomendações. A IA qualifica leads em milissegundos e sugere a abordagem exata para o fechamento.
Resultado: Ciclos de vendas reduzidos em até 43%. O seu time comercial deve focar na estratégia, enquanto a IA cuida do fluxo.
O uso do ChatGPT genérico ficou para o passado. A tendência para 2026 são os Modelos de Linguagem Específicos (DSLMs).
Por que importa? Além dos próprios dados, sua empresa tem termos técnicos, jargões próprios e uma cultura única. Modelos treinados com seus dados proprietários eliminam “alucinações”, entregam governança e precisão cirúrgica nas análises para as empresas do Agro, Construção Civil e Logística e todas as outras. Com o DataTalks, solução exclusiva Somativa, diversos clientes já estão conversando e tendo insights com seus dados, além de simples análises.
Conclusão: O ponto de inflexão humano
Apesar dos bilhões em investimento, o maior gargalo de 2026 não é o software, mas a cultura. Apenas 9% das empresas planejam investir em treinamento humano.
Na Somativa, acreditamos que a tecnologia só ganha sentido quando encontra propósito humano. Dados sozinhos são ruído; transformados em clareza estratégica, eles são o caminho para o crescimento sustentável.
Sua operação está pronta para deixar a IA agir? Vamos construir essa coautoria.